terça-feira, 26 de janeiro de 2016

DESAFIOS PARA TRABALHAR PONTUAÇÃO

DESAFIOS PARA TRABALHAR PONTUAÇÃO
Leia as frases seguintes e reflita sobre os sinais de pontuação que elas devem receber para que adquiram sentido.
1-João toma banho quente e sua mãe diz  que ele quero banho frio
2-no porto um navio holandês entrava um navio inglês
3-Voar da Europa à América uma andorinha só não faz verão.
4- Um fazendeiro tinha um bezerro e a mãe do fazendeiro era também o pai do bezerro
5- Maria  toma banho porque sua mãe disse ela pegue a toalha
6- se o homem soubesse o valor que tem a mulher andava de quatro à sua procura

RESPOSTAS ESPERADAS:
1-João toma banho quente e sua. “mãe”, diz  ele, “quero banho frio”.
A palavra “sua” é forma do verbo suar. As vírgulas podem ser substituídas por travessões.
2-No porto, um navio holandês entrava um navio inglês.
“Entrava” e do verbo entravar (impedir a entrada, obstruir) e não de entrar (Adentrar)
3-Voar da Europa à América uma andorinha só não faz, verão.
“verão”, é forma do verbo ver (Vocês verão); e não o nome de uma das estação.
4- Um fazendeiro tinha um bezerro e a mãe; do fazendeiro era também o pai do bezerro.
O fazendeiro tinha um bezerro e a mãe do bezerro, isto é, a vaca; o pai do bezerro, o touro, era também do fazendeiro.
5- Maria toma banho porque sua .”mãe”, disse ela, “pegue a toalha”.
Sua é do verbo suar.
6- se o homem soubesse o valor que tem a mulher andava de quatro à sua procura
Essa frase  pode ser pontuada de duas formas:
Se a pessoa for homem, certamente colocará a vírgula depois de tem. E se for mulher, depois da palavra mulher.



quarta-feira, 1 de julho de 2015

DINÂMICA PARA REUNIÃO DOS PAIS


Dinâmica para reunião de pais!

Objetivo: fazer com que os pais reflitam sobre a dificuldade do professor com relação ao número de alunos e expectativas dos familiares, dando a importância ao trabalho coletivo entre família e escola.

Materiais utilizados: uma revista velha.

Desenvolvimento:
1-) Entregar para cada responsável uma folha de revista, para que amassem formando uma bolinha;
2-) Seguindo uma ordem (por fileira, por exemplo), pedir que cada um fale sua expectativa com relação ao seu filho na escola e logo após passe a bolinha para o seguinte, que deverá juntar com a sua, formando uma única bola (enquanto isso, a professora pode anotar o que é dito na lousa);
3-) Fazendo assim sucessivamente, quando todos tiverem dito suas expectativas e juntado a sua bola, a professora será a última a pegá-la.
4-) Com a bola em mãos, a professora deve fazer uma reflexão, levando à discussão sobre a grande responsabilidade da escola que, diferente dos pais, que iniciaram a dinâmica cada um com uma bolinha, a professora tem todas elas juntas, representando não somente os alunos, mas também as expectativas dos pais, precisando assim da ajuda de todos para realizar um bom trabalho.



DEFICIÊNCIAS
Mário Quintana

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.
E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
"A amizade é um amor que nunca morre."


terça-feira, 30 de junho de 2015

 PLANO DE AULA SOBRE AS FESTAS  JUNINAS

Conte que antigos ritos pagãos originaram as festas juninas
Publicado por 
Descrição: http://www.gentequeeduca.org.br/sites/default/files/styles/155x155/public/veja-na-sala-de-aula-2013.gif?itok=wdnag-Os
Objetivo(s) 
·         Entender como se originaram as tradições juninas brasileiras
Ano(s) 
Material necessário 
Reportagem de Veja
·         A quadrilha-espetáculo

Desenvolvimento 
1ª etapa 
Introdução
Três efemérides com toques religiosos, pitadas de folclore e elementos festivos - como canto, dança e guloseimas típicas - agitam o Brasil de norte a sul neste período. São as festas juninas, manifestações populares em que não pode faltar a quadrilha. Segundo VEJA, esse espetáculo vem se despindo da indumentária simples para entrar na era do luxo. As garotas da classe provavelmente já usaram vestidos de chita em algum arraial, a fim de impressionar meninos devidamente caracterizados com chapéus de palha e roupas remendadas. Investigue as origens pagãs dos folguedos de Santo Antônio, São João e São Pedro. E questione os papéis que o sagrado e o profano desempenham nesse contexto.

Faça um levantamento do que os jovens sabem sobre os festejos juninos. Provavelmente eles têm claro que a tradição de homenagear os três santos católicos foi trazida para o Brasil pelos colonizadores portugueses. Mas será que todo o simbolismo ligado às datas tem fundo religioso? Qual o significado de acender fogueiras e fazer adivinhações? E as comidas, são as mesmas em todos as regiões do Brasil? As danças e os trajes também se repetem? Que santos merecem, em outras datas, homenagens semelhantes?

Conte que em 21 de junho - três dias antes do aniversário de nascimento de São João Batista - começa o verão no hemisfério norte. Esse dia é o mais longo do ano na metade do globo localizada acima da linha do equador. Esse fenômeno, conhecido como solstício de verão, era comemorado por povos ancestrais muito antes do surgimento das divindades cristãs. Rituais ligados à fertilidade do solo e à fartura das colheitas marcavam o evento. Nessas celebrações, acendiam-se fogueiras com o intuito de livrar as plantações dos maus espíritos. No século IV, a Igreja Católica adaptou esses costumes e passou a homenagear São João na Espanha, na França, na Itália e em Portugal. No século XIII, o dia 13 de junho passou a ser dedicado a Santo Antônio e o dia 29, a São Pedro. Trazido para o Brasil, o culto aos santos incorporou a dança.

Informe que a quadrilha é uma invenção inglesa do século XIII, aperfeiçoada pelos franceses e introduzida no Brasil pela corte de dom João VI nos anos 1800. Fale também sobre as adivinhações e simpatias, previsões sentimentais levadas a cabo por moçoilas e rapazes em bananeiras, bacias e até nas imagens dos santos. Na canção Brincadeira na Fogueira, de Antônio Barros, por exemplo, um pretendente ao casório narra, desolado, as próprias desventuras:
Danei a faca
No tronco da bananeira
Não gostei da brincadeira
Santo Antônio enganou.
Saí correndo
Lá pra beira da fogueira
Ver meu rosto na bacia
A água se derramou.
A turma já se aventurou nessas práticas ou considera tudo mero folclore? Ouça as opiniões e ressalte que muito pouco do caráter religioso sobrevive nas festas juninas. VEJA mostra que em alguns Estados nordestinos as quadrilhas, nessa troca de roupas caipiras por roupas sofisticadas, viraram coreografia para turista ver. Lembre que em muitos rincões, no entanto, a dança ainda funciona como fator de união da comunidade e as apresentações se prestam, também, para arrecadar fundos para instituições beneficentes. Ensine que no passado as comemorações ocorriam exclusivamente no meio rural e os devotos rezavam novenas, faziam procissões e pagavam promessas - além de dançar, cantar e agradecer aos céus pela bênção das boas colheitas. Nesse sentido, o evento ficou associado, no imaginário geral do brasileiro, ao caipira, habitante do interior paulista e de parte de Minas Gerais e Goiás. Essa figura é retratada na ficção literária por Jeca Tatu, personagem de Monteiro Lobato imortalizado no cinema por Mazzaropi. Discuta com a turma o texto do quadro abaixo, sobre o arraial organizado pelo presidente Lula para celebrar suas bodas de pérola.
2ª etapa 
Atividades
Sugira que os alunos investiguem alguns aspectos das quadrilhas-espetáculo descritas por VEJA. Quem financia esses eventos e quem forma o corpo de jurados? As festas juninas luxuosas se aproximam do Carnaval carioca no que diz respeito à presença do Estado como organizador? Até que ponto são conservadas a autonomia, a espontaneidade e a capacidade de transformação desses arraiais? Qual o futuro das quadrilhas? Ficarão cada vez mais sofisticadas ou sempre haverá espaço para as representações mais autênticas?
Para saber mais
Arrasta-pé no Torto
Dia 15 de junho, o presidente Lula organizou, na Granja do Torto, em Brasília, uma festa caipira para marcar os 30 anos de casamento com a primeira-dama, Marisa Letícia. O casal chegou ao arrasta-pé num carro de boi repleto de paçoca e cachaça. A "noiva", no lugar do tradicional buquê, carregava nas mãos um repolho. Uma vez celebrado o casório, houve uma procissão em honra aos santos juninos. Uma queima de fogos encerrou a liturgia. Então, os convidados (todos com a fantasia obrigatória) degustaram os quitutes trazidos por eles mesmos a pedido do presidente, pularam fogueira e dançaram uma quadrilha. Lula comandou a dança, animada por um sanfoneiro. A colunista Danuza Leão escreveu no jornal Folha de S.Paulo que o acontecimento não poderia ter sido pior, pois inspirou-se no folclore do atraso e da jequice explícita. Em contrapartida, VEJA afirmou - na edição de 23 de junho - que é melhor ter Lula vestido de caipira do que um presidente elegante com idéias de Jeca Tatu. Solicite comentários dos estudantes.

Veja também:
Bibliografia
·         A Invenção das Tradições, Eric Hobsbawm e Terence Ranger, Ed. Paz e Terra, tel. (11) 3337-8399
·         Dicionário de Folclore, Luís Câmara Cascudo, Ed. Global, tel (11) 3277-7999

Créditos: 
Patrícia Raffaini
Professora de História da Universidade Anhembi-Morumbi, de São Paulo
SE DESEJAR, NESSE BLOG TEM UMA PUBLICAÇÃO DE JUNHO DE 2011 SOBRE FESTAS JUNINAS E SEUS SÍMBOLOS.



quarta-feira, 3 de junho de 2015

ATIVIDADES ADAPATADAS

Mais atividades adaptadas










ATIVIDADES ADAPTADAS

Olá, professores.
A nossa colega Liduína me enviou algumas atividades adaptadas, boas para trabalharmos com os aluno que tem algum tipo de deficiência.São atividades que ela trabalha no AEE (sala de recursos) e que podemos utilizar em nossas aulas com esses alunos na escola normal.
confiram: