quinta-feira, 30 de junho de 2011

Todos pela Educação – Valorização do Professor



Todos Pela Educação lançou, nesta terça-feira (12), uma nova campanha de mobilização. Desta vez, o foco é a valorização do magistério e o slogan é “Um bom professor, um bom começo”. “O objetivo é a valorização do bom professor, aquele que tem o foco no aprendizado de seus alunos e que, assim, contribui efetivamente para a melhoria da qualidade da Educação no Brasil”, afirma Priscila Cruz, diretora-executiva do movimento.
Mas qual deve ser a maneira para valorizar os bons professores? Para Mozart Neves Ramos, conselheiro do movimento, essa valorização passa necessariamente por quatro eixos: “salário inicial atraente, plano de carreira, formação inicial e continuada e boas condições de trabalho”.



“Sem bons professores não teremos bons médicos, bons economistas, bons engenheiros e nem mesmo outros bons professores. Valorizar os bons professores é uma lição de casa que todos nós precisamos fazer”, diz Mozart.
Conceito da campanha
A campanha foi produzida pela DM9DDB, do grupo ABC e é composta por uma animação em stop motion para TV, anúncios para jornais e revistas, banners para internet e spots de rádio.

A animação e as peças da campanha seguem o mesmo conceito: em todas as conquistas, sejam elas grandes ou pequenas, existe a figura e o suporte de um bom professor em algum momento.
“Para traduzir a importância do ensino… 
Vamos unir forças! Divulgue a campanha de Valorização do Professor. Coloque o selo no seu blog.
A Educação agradece!


    terça-feira, 28 de junho de 2011





    A escola e família constituem dois contextos de desenvolvimento fundamentais na vida das pessoas. O artigo mostra, a partir de pesquisa bibliográfica e de experiências vividas no cotidiano, que as relações interpessoais são fundamentais para a evolução do indivíduo mostrando também suas limitações e suas possibilidades.Questões sobre vínculos familiares e a importância da rede social para a sustentação da família também são discutidas.Mostramos as funções da escola e sua influência nas pessoas em desenvolvimento. Apontamos a importância das inter-relações entre escola e família, visando facilitar a aprendizagem e o desenvolvimento integral do ser.A integração entre esses dois contextos é destacada como um grande desafio, onde a inclusão social será vista de uma forma holística onde todos procuram a felicidade e a humanização do ser.



    A escola e a família são duas instituições que contribuem na formação do indivíduo, pois são responsáveis pela construção do conhecimento. Portanto é a escola e a família que atuam no crescimento físico, intelectual emocional e social destes indivíduos de forma distinta ou peculiar.
    Na escola, os conteúdos curriculares asseguram a instrução e o conhecimento do indivíduo, havendo uma preocupação central com o processo ensino-aprendizagem. Já, na família, os objetivos são diferentes, direcionando-se para o processo de socialização, a proteção e o desenvolvimento no plano social, cognitivo e afetivo. Queremos mostrar neste artigo, a importância da família e da escola no desenvolvimento humano. A primeira parte trata da família, do seu espaço e dos vínculos familiares. Na segunda parte a escola é destacada como um contexto de desenvolvimento, refletindo sobre a sua função social, as suas tarefas e seus papéis no mundo contemporâneo.a terceira apresenta argumentos na direção de estimular o envolvimento entre família e a escola.Enfatizamos a necessidade de não medir esforços para compreender cada vez mais, as relações família-escola, de modo a assegurar que estes ambientes sejam espaços efetivos para a aprendizagem e que a inclusão de todos possa existir.
     


    A FAMÍLIA COMO CONTEXTO NO DESENVOLVIMENTO HUMANO


    A família é vista como um núcleo social responsável pela transmissão de valores, costumes e idéias que estão presentes no cotidiano da sociedade.Ela tem uma grande influência no comportamento dos indivíduos, principalmente das crianças, que aprendem formas diferentes de ser, de ver o mundo e de interagir com ele. 

    E é através das interações familiares que se dão às transformações na sociedade e que também influenciarão todos os membros familiares e também os diferentes ambientes que compõem os sistemas sociais, dentre eles a escola. Esta por sua vez tem uma força propulsora no desenvolvimento da pessoa. Portanto, todas as transformações sociais e tecnológicas mudam os padrões familiares e os papéis de seus membros, afetando diretamente a maneira de viver e interagir no seu dia a dia.Todas essas habilidades sociais iniciam na família e se estendem também para os outros ambientes onde a criança, o adolescente ou mesmo o adulto interage, provocando os movimentos salutares ou surgindo problemas.

    A família também é responsável pela transmissão de valores afetivos e culturais de uma geração para outra. Essa transmissão possibilita o compartilhar de regras, valores e perspectivas, valorizando o potencial de cada membro familiar a viver experiências diversificadas se integrando em grupos e vivendo todas as experiências possíveis.

     A ESCOLA COMO CONTEXTO DE DESENVOLVIMENTO HUMANO






    A escola é um lugar onde se cria conhecimento, onde existe o envolvimento com um grande número de pessoas com características diferenciadas. É nesse espaço físico, social e cultural que os indivíduos se desenvolvem globalmente, mediante atividades diversas realizadas dentro do contexto escola.É também nesse espaço que as pessoas trocam idéias e conhecimentos e interagem entre si. Essas interações são contínuas e atuam no desenvolvimento da criança de maneira muito natural. O professor deverá ser mediador e aceitar todo o conhecimento prévio que a criança traz, apostando e criando condições para que o aluno se manifeste e que possa ser ouvido, propiciando momentos de interação e trocas onde todos serão beneficiados.

    A maneira como os espaços escolares são ocupados, e as relações interpessoais e a equipe comprometida com a comunidade favorecem o desenvolvimento e a educação das crianças.A escola também deve ter um Projeto Político Pedagógico onde tudo deve estar bem explicitado, qual a função de cada membro da escola, tudo bem definido, preto no branco. Este plano pode ajudar a equipe escolar e a comunidade a determinar trabalhos que possam ajudar a transformar a realidade cotidiana em algo mais positivo. Que este PPP não permaneça guardado, mas que tenha efetiva praticidade, que seja de fácil execução.

    Na escola o aluno tem rotinas, em que os objetivos educacionais se dirigem à convivência em grupo e também projetos destinados à coletividade, as demais atividades são acadêmicas se esperando que os alunos articulem os conteúdos de forma a utilizá-los no seu dia-a-dia.


    A escola, então, deve ter uma postura altruísta, chamando todas as pessoas envolvidas na instituição escolar bem como a comunidade local, para assumirem uma atitude aberta e comprometida.É importante que a escola reveja seus valores sobre o desenvolvimento e sobre o processo de aprendizagem. 

    A formação de cidadãos conscientes depende da escola partilhar com a família sua responsabilidade. É preciso saber dividir essa responsabilidade social e ambiental com todos os integrantes que fazem parte desse meio que é instituição escolar e familiar.

    Nas relações escola e família, vale a pena lembrar que os conhecimentos vivenciados pela família podem ser empregados como mediadores para a construção dos conhecimentos científicos trabalhados na escola. Nestas relações não podemos deixar de falar na inclusão onde a cooperação de todos é indispensável para que tenhamos uma sociedade mais justa e igualitária.

    Quando existe a cooperação dos três setores escola, família e comunidade como um todo, as relações se estabelecem, exigindo mais qualidade pelo ensino havendo um desenvolvimento de valores, atitudes e habilidades fundamentais ao enfrentamento dos desafios da vida contemporânea.

    O segredo do sucesso é justamente promover um diálogo próximo com a comunidade valorizando as idéias e filtrando-as para que melhor se possam realizá-las em comunhão com toda a comunidade onde todos os segmentos estejam incluídos e não só parte de pessoas excluídas.Esta participação efetiva vai ter reflexo na integração escola-família, assegurando uma continuidade entre todos estes segmentos.




    Apesar das dificuldades e dos desafios que a escola enfrenta, não podemos deixar de reconhecer que seus recursos são indispensáveis para a formação global do indivíduo. Por isso devemos acionar redes sociais com toda a comunidade escolar. A escola é um espaço de-senvolvimento humano bem como a família. Assim é fundamental que façamos políticas que assegurem a aproximação entre esses dois contextos, Para superar os desafios por que passam as escolas devemos promover a colaboração entre escola e família, tarefa que também não é fácil, mas que vem despertando o interesse de várias comunidades.

    Sabemos que é um trabalho de formiguinha, mas que não podemos esmorecer, pois sabemos que é através da educação que o indivíduo se desenvolve e aprende a conhecer a vida em todos os aspectos. Acreditamos que os professores e os pais possam fazer a diferença no seu cotidiano e que mais ou menos dias os resultados aparecerão. Os conflitos serão muitos, mas com persistência e amor podemos promover condições para que o indivíduo cresça num ambiente sadio onde tenha possibilidades e as suas necessidades supridas.



    quinta-feira, 23 de junho de 2011

    Significado do feriado de Corpus Christi 
    Segundo a Wikipédia Corpus Christi (latim para Corpo de Cristo)  é uma festa móvel da Igreja Católica que celebra a presença de Cristo na Eucaristia.
    É realizada na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade. É uma festa de ‘preceito’, isto é, para os católicos é de comparecimento obrigatório assistir à Missa neste dia, na forma estabelecida pela Conferência Episcopal do país respectivo.
    A procissão pelas vias públicas, quando é feita, atende a uma recomendação do Código Canônico (art. 944) que determina ao Bispo diocesano que a providencie, onde for possível, “para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia, principalmente na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo.” É recomendado que nestas datas, a não ser por causa grave e urgente, não se ausente da diocese o Bispo (art. 395).
    A origem da Solenidade do Corpo e Sangue de Cristo remonta ao Século XIII. A Santa Igreja sentiu necessidade de realçar a presença real do “Cristo todo” no pão consagrado. A Festa de Corpus Christi foi instituída pelo Papa Urbano IV com a Bula ‘Transiturus’ de 11 de agosto de 1264, para ser celebrada na quinta-feira após a Festa da Santíssima Trindade, que acontece no domingo depois de Pentecostes.
    Em muitas cidades portuguesas e brasileiras é costume ornamentar as ruas por onde passa a procissão com tapetes de colorido vivo e desenhos de inspiração religiosa. Esta festividade de longa data se constitui uma tradição no Brasil, principalmente nas cidades históricas se revestem de práticas antigas e tradicionais são embelezadas com decorações de acordo com costumes locais.
    tapete de Corpus Christi

    As melhores sementes


    Um empresário-agricultor, de pouco estudo, participava todos os
    anos da principal feira de agricultura da sua cidade. O que acontecia
    de mais extraordinário é que ele sempre ganhava, ano após ano, o
    troféu: Milho do Ano. Entrava com seu milho na feira e saia com a
    faixa azul recobrindo seu peito. O seu milho era cada vez melhor.
    Em uma ocasião dessas, um repórter do jornal abordou o
    empresário após a tradicional colocação da faixa de campeão. Ele
    ficara muito intrigado com a revelação do empresário de como ele
    costumava cultivar seu qualificado e valioso produto.
    O repórter descobriu que o fazendeiro compartilhava boa parte das melhores sementes da sua plantação de milho com os seus vizinhos.
    – Como pode o senhor compartilhar suas melhores sementes com
    seus vizinhos, quando eles estão competindo diretamente com o senhor?
    O fazendeiro respondeu:
    – Você não sabe? É simples. O vento apanha o pólen do milho maduro e o leva de campo para campo. Se meus vizinhos cultivarem o milho inferior ao meu, a polinização degradará continuamente a qualidade do meu milho. Se eu quiser cultivar milho bom, eu tenho que ajudá-los a cultivar o melhor milho, cedendo a eles as melhores sementes.

    Moral da história: Aqueles que escolhem estar em paz devem
    fazer com que seus vizinhos estejam em paz. Aqueles que querem viver
    bem têm de ajudar os outros para que vivam bem. Aqueles que querem ser
    felizes têm de ajudar os outros a encontrar a felicidade, pois o
    bem-estar de cada um está ligado ao bem-estar de todos. Você já parou
    para pensar que todos nós somos importantes uns para os outros e que
    para vivermos bem nós dependemos uns dos outros? Pense nisso! Espero
    que você também consiga ajudar seus vizinhos a cultivarem cada vez
    mais as melhores sementes, os melhores milhos e as melhores amizades.

    “Para lidar consigo mesmo, use a cabeça.
     
    Para lidar com os outros, use o coração”.
    1. Assinale o tipo de texto:
    ( ) fábula ( ) reflexivo ( ) jornalístico ( ) poema

    2.Você acha que esta moral da história é verdadeira? Fale.

    3.Que valores o empresário demonstrou ter? Justifique.

    4.Vamos parafrasear?

    “Aqueles que escolhem estar em paz devem fazer com que seus vizinhos estejam em paz. Aqueles que querem viver bem têm de ajudar os outros para que vivam bem.”

    5. Reescreva à resposta do empresário para o repórter.

    6.Diga o tempo verbal.
    O vento apanha o pólen do milho maduro.
    O fazendeiro compartilhava boa parte das suas sementes.
    O seu milho era cada vez melhor.
    ...com a faixa recobrindo o peito.

    Postado por Educação é tudo. 

    Maravilhoso!!! Para trabalhar a variedade linguistica e norma culta da sociedade 
    Jornal do Brasil Carlos Eduardo Novaes
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    Confeço qui to morrendo de enveja da fessora Heloisa Ramos que escrevinhou um livro cheio de erros de Português e vendeu 485 mil ezemplares para o Minestério da Educassão. Eu dou um duro danado para não tropesssar na Gramática e nunca tive nenhum dos meus 42 livros comprados pelo Pograma Naçional do Livro Didáctico. Vai ver que é por isso: escrevo para quem sabe Portugues!

    A fessora se ex-plica dizendo que previlegiou a linguagem horal sobre a escrevida. Só qui no meu modexto entender a linguajem horal é para sair pela boca e não para ser botada no papel. A palavra impreça deve obedecer o que manda a Gramática. Ou então a nossa língua vai virar um vale-tudo sem normas nem regras e agente nem precisamos ir a escola para aprender Português.

    A fessora dice também que escreveu desse jeito para subestituir a nossão de “certo e errado” pela de “adequado e inadequado”. Vai ver que quis livrar a cara do Lula que agora vive dando palestas e fala muita coisa inadequada. Só que a Gramatica eziste para encinar agente como falar e escrever corretamente no idioma portugues. A Gramática é uma espéce de Constituissão do edioma pátrio e para ela não existe essa coisa de adequado e inadequado. Ou você segue direitinho a Constituição ou você está fora da lei - como se diz? - magna.
    Diante do pobrema um acessor do Minestério declarou que “o ministro Fernando Adade não faz análise dos livros didáticos”. E quem pediu a ele pra fazer? Ele é um homem muito ocupado, mas deve ter alguém que fassa por ele e esse alguém com certesa só conhece a linguajem horal. O asceçor afirmou ainda que o Minestério não é dono da Verdade e o ministro seria um tirano se disseçe o que está certo e o que está errado. Que arjumento absurdo! Ele não tem que dizer nada. Tem é que ficar caladinho por causa que quem dis o que está certo é a Gramática. Até segunda ordem a Gramática é que é a dona da verdade e o Minestério que é da Educassão deve ser o primeiro a respeitar.

    Jornal do Brasil Carlos Eduardo Novaes
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    segunda-feira, 20 de junho de 2011

    Atividades Lúdicas - Educação Infantil

                                       


    Até ir para a escola, a criança tem um relacionamento social restrito à sua casa, com os seus pais ou responsáveis, e a alguns familiares.
    Ao frequentar um novo ambiente, ela precisa de um período para se adaptar ao espaço, às pessoas e às novas relações que vão surgir. O sucesso desse processo depende do acolhimento que a instituição oferece. Na escola, a mediação do educador é determinante, pois a ele compete introduzir o novato no grupo. O ideal é manter os cuidados específicos e individuais que a criança está acostumada a ter em casa. Por isso, é importante que um dos pais ou um responsável acompanhe os primeiros dias na creche: além de mostrar ao educador aspectos relevantes da rotina familiar, ele vai transmitir à criança segurança até que ela consiga ficar sozinha. Para a adaptação ser completa, é fundamental também o educador compartilhar com a família as experiências inéditas que os pequenos vivenciam na escola.


    A MÚSICA DOS NOMES
    IDADE: A partir de 4 meses.
    TEMPO: 30 minutos.
    ESPAÇO: Sala de atividades, pátio ou jardim.
    OBJETIVOS: Reconhecer o próprio nome e reforçar o vínculo com o educador.
    Escolha uma música na qual você possa incluir o nome das crianças. Alguns exemplos: “Se Eu Fosse um Peixinho”, “A Canoa Virou”, “Ciranda, Cirandinha” e “Fui ao Itororó”. Reúna a turma em um local agradável e cante. Os bebês também podem participar, já que a intenção é fazer com que se familiarizem com os nomes. Aos que já andam, sugira uma roda, que vai se formando com aqueles que ouvem o próprio nome.

    HORA DA COLHEITA
    IDADE: A partir de 3 anos.
    TEMPO: Uma hora.
    ESPAÇO: Sala de atividades.
    MATERIAL: Cartolina ou papel cartão, argila, tinta, dado com um lado de cada cor, miniatura de um passarinho (de plástico ou origami) e vasilhas ou cestinhos coloridos.
    OBJETIVOS: Integrar-se ao grupo e colaborar com os colegas.
    PREPARAÇÃO: Cole uma gravura ou desenhe uma árvore cheia de galhos do tamanho de uma cartolina para servir de tabuleiro. Faça frutinhas de argila, deixe secar e pinte-as com as mesmas cores do dado que será usado no jogo. Em uma das faces dele, desenhe um passarinho. Confeccione também cestinhas de origami ou arrume vasilhas com as mesmas cores do dado e providencie um brinquedo em forma de passarinho. Coloque o tabuleiro sobre uma mesa e espalhe as frutinhas pelos galhos. O passarinho deve ficar solto. Em volta do tabuleiro, espalhe as cestinhas coloridas. Jogo para quatro crianças.
    Uma criança por vez lança o dado, retira da árvore a fruta da mesma cor indicada pelo dado e coloca-a na cestinha, também da mesma tonalidade. Se o dado cair com a face que traz o passarinho, é ele quem fica com a fruta.
    O objetivo é colher todas antes que o passarinho as coma.

    TEATRO DE BONECOS
    IDADE: A partir de 1 ano e meio.
    TEMPO: 30 minutos.
    ESPAÇO: Sala de atividades, pátio ou biblioteca.
    MATERIAL: Fantoches ou dedoches.
    OBJETIVO: Conhecer a rotina da escola enquanto conversa com os personagens.
    Sente-se com as crianças no chão e faça os bonecos “conversarem” com cada uma. Você pode fazer perguntas como:
    - Quem trouxe você para a escola hoje?
    - Você tem amigos? Quem são?
    - Você já brincou no parque?
    - Você já tomou lanche?

    MAMÃE TEM CARTINHA PRA VOCÊ
    IDADE: A partir de 2 anos.
    TEMPO: Uma hora.
    ESPAÇO: Sala de atividades.
    MATERIAL:Canetas hidrográficas, papel e envelopes.
    OBJETIVOS: Tranqüilizar-se quanto aos sentimentos de adaptação (exemplo: tristeza) e compartilhar com os pais as atividades escolares.
    Distribua uma folha de papel e canetas hidrográficas para cada criança e peça que faça uma cartinha aos pais. Quando todas terminarem os desenhos, chame uma por uma e pergunte a quem a mensagem é endereçada e o que ela deseja comunicar.
    Escreva o que a criança disser na mesma folha usada por ela. É importante perguntar se ela quer entregar a carta à pessoa apontada. Em caso positivo, coloque-a em um envelope e oriente a criança a entregá-la ao chegar em casa. Caso contrário,
    guarde o desenho com as demais atividades

    (AGRESSIVIDADE) LIBERANDO AS ENERGIAS
    Mordidas, tapas, puxões de cabelo... Até os 3 anos de idade, é comum a criança expressar seus desejos e frustrações com atitudes que não são lá muito delicadas. Cabe ao adulto mostrar que há outras formas de se relacionar com o mundo. Oferecer às crianças um ambiente tranqüilo e acolhedor é o primeiro passo para diminuir a agressividade natural nessa fase: quanto maior o bem-estar, menor a necessidade de se expressar agressivamente.

    CUIDADO COM A BONECA
    IDADE: De 1 a 3 anos.
    TEMPO: 30 minutos.
    ESPAÇO:Sala de atividades.
    MATERIAL: Bonecas, roupinhas de boneca, retalhos de tecido, mamadeiras e chupetas.
    OBJETIVOS: Brincar de faz-de-conta durante o jogo simbólico; tocar o colega; e ter um bom relacionamento com o grupo.
    Esta brincadeira é para meninos e meninas, pois tem o objetivo de desenvolver o relacionamento interpessoal, promovendo atitudes de cuidado e carinho com o outro –necessidades que são comuns a todos, independentemente do sexo. Isso vai se dar no faz-de-conta, momento que a criança aprende sobre as interações sociais. Por isso, é importante ter seu espaço garantido e valorizado na rotina. Proponha que cada um pegue uma boneca e cuide dela como se fosse sua filha. Os pequenos devem dar banho, trocar fralda e fazer carinho.

    CHUVINHA DE PAPEL
    IDADE: De 8 meses a 3 anos.
    TEMPO: De 15 a 30 minutos.
    ESPAÇO: Sala de atividades.
    MATERIAL:Revistas e jornais velhos.
    OBJETIVOS: Relaxar de forma ativa (e não apenas em posição de repouso) e interagir de maneira lúdica com o educador e os colegas.
    Sente-se com a turma no chão, em torno de uma pilha de revistas e jornais velhos. Deixe que todos manipulem e rasguem as páginas livremente. Junte os papéis picados num monte e jogue tudo para o alto. Vai ser uma festa! Depois, o papel picado pode ser aproveitado em colagens ou modelagem de bonecos.

    PAPAI VEIO BRINCAR
    IDADE: De 3 meses a 1 ano.
    TEMPO: 30 minutos.
    ESPAÇO: Sala ampla.
    MATERIAL: Aparelho de som, CDs ou fitas cassete com músicas infantis, bolas, fantoches e panos coloridos.
    OBJETIVO: Interagir ludicamente com os pais por meio da brincadeira.
    PREPARAÇÃO: Decore o ambiente com os panos.
    Coloque uma música e peça para o pai ou a mãe se sentar no chão com o filho. Você pode conduzir as brincadeiras, como rolar uma bola para a criança ou brincar com um fantoche, apresentando possibilidades de interação. Os pais se inspiram em você ou criam brincadeiras.

    JOGO DAS EXPRESSÕES
    IDADE: De 2 a 3 anos.
    TEMPO: 30 minutos.
    ESPAÇO: Sala de atividades.
    MATERIAL: Cartolina, pincéis atômicos ou tinta.
    OBJETIVOS: Nomear os sentimentos e conversar sobre suas possíveis causas.
    PREPARAÇÃO: Desenhe na cartolina várias carinhas com expressões faciais que demonstrem sentimentos de tristeza, alegria, raiva, medo, susto etc. Deixe algumas em branco para nomear um sentimento que apareça no decorrer da brincadeira.
    Convide a criança a apontar a que mais revela a maneira como ela se sente naquele momento e a explicar os motivos daquela sensação. Ela pode, por exemplo, estar com raiva do colega porque tirou um brinquedo da sua mão.

    CAMINHADA SOLIDÁRIA
    IDADE: De 1 ano e meio a 3 anos.
    TEMPO: De 5 a 10 minutos.
    ESPAÇO: Áreas livres ou outros espaços.
    OBJETIVOS: Desenvolver a idéia de grupo e a tolerância.
    Esta proposta pode ser aplicada sempre que as crianças tiverem de andar juntas, como da sala para o pátio. Quem quiser correr tem de se controlar. Quem for mais lento precisa se apressar. Se houver alguém com dificuldade de locomoção, o grupo todo terá de esperá-lo.

    (ARTES VISUAIS) GRANDES TALENTOS
    Nos primeiros anos de vida, as crianças estão imersas no universo das imagens. Começam a perceber que podem agir sobre papéis ou telas provocando mudanças e produzindo algo para ser visto – experiência que já é estética.
    Oferecer diferentes materiais aos pequenos é uma maneira de ampliar a capacidade de expressão deles e o conhecimento que têm do mundo. A vivência artística da criança será mais rica se ela tiver acesso a tintas, pincéis, lápis e canetas.

    PINTAR E DESPINTAR
    IDADE: De 1 a 2 anos.
    TEMPO: De 10 a 15 minutos.
    ESPAÇO: Sala de atividades.
    MATERIAL: Um vidro grosso (janela, porta de vidro ou outra superfície transparente, desde que bem fixa, para garantir segurança), tinta guache, rolinho, pincel, esponja ou as mãos.
    OBJETIVOS: Explorar e reconhecer o corpo como produtor de marcas; perceber e reconhecer as características do vidro (transparência, dureza e frieza); e observar e perceber as transformações, movimentos, formas e cores por meio da luz que atravessa o vidro.
    Antes de começar a pintura, estimule as crianças a observar a superfície e suas características (lisa, fria, transparente...). Brinque de fazer caretas do outro lado do vidro, de pôr a mão atrás dele para a criança tentar pegar e de amassar o rosto contra ele. Depois, as crianças podem espalhar a tinta e observar que onde está pintado não há mais transparência. Proponha que elas pintem com o dedo e observem que a transparência volta por onde o dedo passa. Forme uma roda de conversa para retomar as experiências vividas no processo.

    MARCA REGISTRADA
    IDADE: De 1 a 2 anos.
    TEMPO: De 5 a 10 minutos.
    ESPAÇO: Sala de atividades.
    MATERIAL: Cartolina ou outro tipo de papel e sagu no sabor morango ou uva.
    OBJETIVOS:Explorar os materiais (sagu e papel); perceber a marca pessoal; construir a auto-imagem; ordenar formas; e relacionar sensações corporais e registro gráfico.
    Pinte com o sagu a palma das mãos das crianças para que elas a imprimam sobre o papel.
    Você pode pintar a sua e fazer a demonstração. Não faça o trabalho por elas. Dê liberdade de movimentos aos pequenos, mesmo que não façam carimbos, mas pinturas livres (foto na pág. ao lado). Uma variação possível desta atividade é a pintura da sola dos pés, que pode ser feita com as crianças que já andam. Elas podem imprimir os pés enquanto caminham sobre um papel comprido. Chame a atenção para o fato de as marcas ficarem bem visíveis no início e irem desaparecendo à medida que a tinta é gasta.

    RASGUE E COLE
    IDADE: De 7 meses a 3 anos.
    TEMPO:De 10 a 20 minutos.
    ESPAÇO:Sala de atividades.
    MATERIAL: Papel Kraft grande, cola de farinha, revistas e papéis variados (forminha de brigadeiro, embalagem de bala de coco, figurinhas etc.).
    OBJETIVO:Perceber diferentes formas, cores e estruturas tridimensionais.
    PREPARAÇÃO: Faça a cola: misture em uma panela 1 litro de água, 3 colheres de sopa de farinha de trigo e 1 colher de vinagre. Mexa até engrossar e deixe esfriar. Dê às crianças diversas revistas para recortarem sem tesoura.
    Coloque sobre a mesa uma folha de papel Kraft já pincelada com cola de farinha em toda a área.
    Deixe à disposição das crianças os vários tipos de papel e recortes de revistas para que elas colem no papel Kraft. Vale sobrepor imagens. Ao final, pode-se fazer um painel coletivo e expor o trabalho.

    UM PINCEL MUITOS PAPEIS
    IDADE: De 2 a 3 anos.
    TEMPO: De 15 a 30 minutos.
    ESPAÇO: Sala de atividades.
    MATERIAL: Lápis de cor, giz de cera grande ou pincel grosso e vários tipos de suporte, como papel espelho, cartolina, papel cartão de cores diferentes, papel enrugado, papéis com recortes inusitados (com um furo no meio, por exemplo) ou, ainda, madeira, argila etc.
    OBJETIVOS: Experimentar diferentes suportes gráficos; explorar várias possibilidades de registro gráfico; perceber diversas formas de expressão; e desenvolver habilidades motoras (dependendo do material, o ato de desenhar exige mais ou menos força, delicadeza para não rasgar etc.).
    Com um mesmo pincel, lápis de cor ou giz de cera, as crianças desenham sobre papéis de diferentes cores, formas, tamanhos e texturas (e até sobre outros tipos de materiais, como a madeira). Elas vão perceber diferentes efeitos ou tonalidades de um lápis, por exemplo, quando usado sobre superfícies diversas.


    Estas atividades não são de minha autoria, mas como as coloco em prática no meu fazer psicopedagógico e dão um ótimo resultado, gostaria de trocar com as colegas de profissão.
    Ruth Coutinho StaedeleAté ir para a escola, a criança tem um relacionamento social restrito à sua casa, com os seus pais ou responsáveis, e a alguns familiares.
    Ao frequentar um novo ambiente, ela precisa de um período para se adaptar ao espaço, às pessoas e às novas relações que vão surgir. O sucesso desse processo depende do acolhimento que a instituição oferece. Na escola, a mediação do educador é determinante, pois a ele compete introduzir o novato no grupo. O ideal é manter os cuidados específicos e individuais que a criança está acostumada a ter em casa. Por isso, é importante que um dos pais ou um responsável acompanhe os primeiros dias na creche: além de mostrar ao educador aspectos relevantes da rotina familiar, ele vai transmitir à criança segurança até que ela consiga ficar sozinha. Para a adaptação ser completa, é fundamental também o educador compartilhar com a família as experiências inéditas que os pequenos vivenciam na escola.


    A MÚSICA DOS NOMES
    IDADE: A partir de 4 meses.
    TEMPO: 30 minutos.
    ESPAÇO: Sala de atividades, pátio ou jardim.
    OBJETIVOS: Reconhecer o próprio nome e reforçar o vínculo com o educador.
    Escolha uma música na qual você possa incluir o nome das crianças. Alguns exemplos: “Se Eu Fosse um Peixinho”, “A Canoa Virou”, “Ciranda, Cirandinha” e “Fui ao Itororó”. Reúna a turma em um local agradável e cante. Os bebês também podem participar, já que a intenção é fazer com que se familiarizem com os nomes. Aos que já andam, sugira uma roda, que vai se formando com aqueles que ouvem o próprio nome.

    HORA DA COLHEITA
    IDADE: A partir de 3 anos.
    TEMPO: Uma hora.
    ESPAÇO: Sala de atividades.
    MATERIAL: Cartolina ou papel cartão, argila, tinta, dado com um lado de cada cor, miniatura de um passarinho (de plástico ou origami) e vasilhas ou cestinhos coloridos.
    OBJETIVOS: Integrar-se ao grupo e colaborar com os colegas.
    PREPARAÇÃO: Cole uma gravura ou desenhe uma árvore cheia de galhos do tamanho de uma cartolina para servir de tabuleiro. Faça frutinhas de argila, deixe secar e pinte-as com as mesmas cores do dado que será usado no jogo. Em uma das faces dele, desenhe um passarinho. Confeccione também cestinhas de origami ou arrume vasilhas com as mesmas cores do dado e providencie um brinquedo em forma de passarinho. Coloque o tabuleiro sobre uma mesa e espalhe as frutinhas pelos galhos. O passarinho deve ficar solto. Em volta do tabuleiro, espalhe as cestinhas coloridas. Jogo para quatro crianças.
    Uma criança por vez lança o dado, retira da árvore a fruta da mesma cor indicada pelo dado e coloca-a na cestinha, também da mesma tonalidade. Se o dado cair com a face que traz o passarinho, é ele quem fica com a fruta.
    O objetivo é colher todas antes que o passarinho as coma.

    TEATRO DE BONECOS
    IDADE: A partir de 1 ano e meio.
    TEMPO: 30 minutos.
    ESPAÇO: Sala de atividades, pátio ou biblioteca.
    MATERIAL: Fantoches ou dedoches.
    OBJETIVO: Conhecer a rotina da escola enquanto conversa com os personagens.
    Sente-se com as crianças no chão e faça os bonecos “conversarem” com cada uma. Você pode fazer perguntas como:
    - Quem trouxe você para a escola hoje?
    - Você tem amigos? Quem são?
    - Você já brincou no parque?
    - Você já tomou lanche?

    MAMÃE TEM CARTINHA PRA VOCÊ
    IDADE: A partir de 2 anos.
    TEMPO: Uma hora.
    ESPAÇO: Sala de atividades.
    MATERIAL:Canetas hidrográficas, papel e envelopes.
    OBJETIVOS: Tranqüilizar-se quanto aos sentimentos de adaptação (exemplo: tristeza) e compartilhar com os pais as atividades escolares.
    Distribua uma folha de papel e canetas hidrográficas para cada criança e peça que faça uma cartinha aos pais. Quando todas terminarem os desenhos, chame uma por uma e pergunte a quem a mensagem é endereçada e o que ela deseja comunicar.
    Escreva o que a criança disser na mesma folha usada por ela. É importante perguntar se ela quer entregar a carta à pessoa apontada. Em caso positivo, coloque-a em um envelope e oriente a criança a entregá-la ao chegar em casa. Caso contrário,
    guarde o desenho com as demais atividades

    (AGRESSIVIDADE) LIBERANDO AS ENERGIAS
    Mordidas, tapas, puxões de cabelo... Até os 3 anos de idade, é comum a criança expressar seus desejos e frustrações com atitudes que não são lá muito delicadas. Cabe ao adulto mostrar que há outras formas de se relacionar com o mundo. Oferecer às crianças um ambiente tranqüilo e acolhedor é o primeiro passo para diminuir a agressividade natural nessa fase: quanto maior o bem-estar, menor a necessidade de se expressar agressivamente.

    CUIDADO COM A BONECA
    IDADE: De 1 a 3 anos.
    TEMPO: 30 minutos.
    ESPAÇO:Sala de atividades.
    MATERIAL: Bonecas, roupinhas de boneca, retalhos de tecido, mamadeiras e chupetas.
    OBJETIVOS: Brincar de faz-de-conta durante o jogo simbólico; tocar o colega; e ter um bom relacionamento com o grupo.
    Esta brincadeira é para meninos e meninas, pois tem o objetivo de desenvolver o relacionamento interpessoal, promovendo atitudes de cuidado e carinho com o outro –necessidades que são comuns a todos, independentemente do sexo. Isso vai se dar no faz-de-conta, momento que a criança aprende sobre as interações sociais. Por isso, é importante ter seu espaço garantido e valorizado na rotina. Proponha que cada um pegue uma boneca e cuide dela como se fosse sua filha. Os pequenos devem dar banho, trocar fralda e fazer carinho.

    CHUVINHA DE PAPEL
    IDADE: De 8 meses a 3 anos.
    TEMPO: De 15 a 30 minutos.
    ESPAÇO: Sala de atividades.
    MATERIAL:Revistas e jornais velhos.
    OBJETIVOS: Relaxar de forma ativa (e não apenas em posição de repouso) e interagir de maneira lúdica com o educador e os colegas.
    Sente-se com a turma no chão, em torno de uma pilha de revistas e jornais velhos. Deixe que todos manipulem e rasguem as páginas livremente. Junte os papéis picados num monte e jogue tudo para o alto. Vai ser uma festa! Depois, o papel picado pode ser aproveitado em colagens ou modelagem de bonecos.

    PAPAI VEIO BRINCAR
    IDADE: De 3 meses a 1 ano.
    TEMPO: 30 minutos.
    ESPAÇO: Sala ampla.
    MATERIAL: Aparelho de som, CDs ou fitas cassete com músicas infantis, bolas, fantoches e panos coloridos.
    OBJETIVO: Interagir ludicamente com os pais por meio da brincadeira.
    PREPARAÇÃO: Decore o ambiente com os panos.
    Coloque uma música e peça para o pai ou a mãe se sentar no chão com o filho. Você pode conduzir as brincadeiras, como rolar uma bola para a criança ou brincar com um fantoche, apresentando possibilidades de interação. Os pais se inspiram em você ou criam brincadeiras.

    JOGO DAS EXPRESSÕES
    IDADE: De 2 a 3 anos.
    TEMPO: 30 minutos.
    ESPAÇO: Sala de atividades.
    MATERIAL: Cartolina, pincéis atômicos ou tinta.
    OBJETIVOS: Nomear os sentimentos e conversar sobre suas possíveis causas.
    PREPARAÇÃO: Desenhe na cartolina várias carinhas com expressões faciais que demonstrem sentimentos de tristeza, alegria, raiva, medo, susto etc. Deixe algumas em branco para nomear um sentimento que apareça no decorrer da brincadeira.
    Convide a criança a apontar a que mais revela a maneira como ela se sente naquele momento e a explicar os motivos daquela sensação. Ela pode, por exemplo, estar com raiva do colega porque tirou um brinquedo da sua mão.

    CAMINHADA SOLIDÁRIA
    IDADE: De 1 ano e meio a 3 anos.
    TEMPO: De 5 a 10 minutos.
    ESPAÇO: Áreas livres ou outros espaços.
    OBJETIVOS: Desenvolver a idéia de grupo e a tolerância.
    Esta proposta pode ser aplicada sempre que as crianças tiverem de andar juntas, como da sala para o pátio. Quem quiser correr tem de se controlar. Quem for mais lento precisa se apressar. Se houver alguém com dificuldade de locomoção, o grupo todo terá de esperá-lo.

    (ARTES VISUAIS) GRANDES TALENTOS
    Nos primeiros anos de vida, as crianças estão imersas no universo das imagens. Começam a perceber que podem agir sobre papéis ou telas provocando mudanças e produzindo algo para ser visto – experiência que já é estética.
    Oferecer diferentes materiais aos pequenos é uma maneira de ampliar a capacidade de expressão deles e o conhecimento que têm do mundo. A vivência artística da criança será mais rica se ela tiver acesso a tintas, pincéis, lápis e canetas.

    PINTAR E DESPINTAR
    IDADE: De 1 a 2 anos.
    TEMPO: De 10 a 15 minutos.
    ESPAÇO: Sala de atividades.
    MATERIAL: Um vidro grosso (janela, porta de vidro ou outra superfície transparente, desde que bem fixa, para garantir segurança), tinta guache, rolinho, pincel, esponja ou as mãos.
    OBJETIVOS: Explorar e reconhecer o corpo como produtor de marcas; perceber e reconhecer as características do vidro (transparência, dureza e frieza); e observar e perceber as transformações, movimentos, formas e cores por meio da luz que atravessa o vidro.
    Antes de começar a pintura, estimule as crianças a observar a superfície e suas características (lisa, fria, transparente...). Brinque de fazer caretas do outro lado do vidro, de pôr a mão atrás dele para a criança tentar pegar e de amassar o rosto contra ele. Depois, as crianças podem espalhar a tinta e observar que onde está pintado não há mais transparência. Proponha que elas pintem com o dedo e observem que a transparência volta por onde o dedo passa. Forme uma roda de conversa para retomar as experiências vividas no processo.

    MARCA REGISTRADA
    IDADE: De 1 a 2 anos.
    TEMPO: De 5 a 10 minutos.
    ESPAÇO: Sala de atividades.
    MATERIAL: Cartolina ou outro tipo de papel e sagu no sabor morango ou uva.
    OBJETIVOS:Explorar os materiais (sagu e papel); perceber a marca pessoal; construir a auto-imagem; ordenar formas; e relacionar sensações corporais e registro gráfico.
    Pinte com o sagu a palma das mãos das crianças para que elas a imprimam sobre o papel.
    Você pode pintar a sua e fazer a demonstração. Não faça o trabalho por elas. Dê liberdade de movimentos aos pequenos, mesmo que não façam carimbos, mas pinturas livres (foto na pág. ao lado). Uma variação possível desta atividade é a pintura da sola dos pés, que pode ser feita com as crianças que já andam. Elas podem imprimir os pés enquanto caminham sobre um papel comprido. Chame a atenção para o fato de as marcas ficarem bem visíveis no início e irem desaparecendo à medida que a tinta é gasta.

    RASGUE E COLE
    IDADE: De 7 meses a 3 anos.
    TEMPO:De 10 a 20 minutos.
    ESPAÇO:Sala de atividades.
    MATERIAL: Papel Kraft grande, cola de farinha, revistas e papéis variados (forminha de brigadeiro, embalagem de bala de coco, figurinhas etc.).
    OBJETIVO:Perceber diferentes formas, cores e estruturas tridimensionais.
    PREPARAÇÃO: Faça a cola: misture em uma panela 1 litro de água, 3 colheres de sopa de farinha de trigo e 1 colher de vinagre. Mexa até engrossar e deixe esfriar. Dê às crianças diversas revistas para recortarem sem tesoura.
    Coloque sobre a mesa uma folha de papel Kraft já pincelada com cola de farinha em toda a área.
    Deixe à disposição das crianças os vários tipos de papel e recortes de revistas para que elas colem no papel Kraft. Vale sobrepor imagens. Ao final, pode-se fazer um painel coletivo e expor o trabalho.

    UM PINCEL MUITOS PAPEIS
    IDADE: De 2 a 3 anos.
    TEMPO: De 15 a 30 minutos.
    ESPAÇO: Sala de atividades.
    MATERIAL: Lápis de cor, giz de cera grande ou pincel grosso e vários tipos de suporte, como papel espelho, cartolina, papel cartão de cores diferentes, papel enrugado, papéis com recortes inusitados (com um furo no meio, por exemplo) ou, ainda, madeira, argila etc.
    OBJETIVOS: Experimentar diferentes suportes gráficos; explorar várias possibilidades de registro gráfico; perceber diversas formas de expressão; e desenvolver habilidades motoras (dependendo do material, o ato de desenhar exige mais ou menos força, delicadeza para não rasgar etc.).
    Com um mesmo pincel, lápis de cor ou giz de cera, as crianças desenham sobre papéis de diferentes cores, formas, tamanhos e texturas (e até sobre outros tipos de materiais, como a madeira). Elas vão perceber diferentes efeitos ou tonalidades de um lápis, por exemplo, quando usado sobre superfícies diversas.
    Estas atividades  no fazer psicopedagógico  dão um ótimo resultado, gostaria de trocar com as colegas de profissão e professores.
    Bom trabalho aos que se dedicam a educação infantil.

    Leia com atenção...  

    COMO ENSINAR UMA CRIANÇA COM TDAH

    EDUCAR É UMA TAREFA QUE EXIGE MUITA PACIÊNCIA, DEDICAÇÃO, AFETO E TREINAMENTO.
    Existem algumas dicas de grande valia para serem utilizadas com os portadores na hora da aprendizagem:
    · A PREPARAÇÃO DO AMBIENTE DE ESTUDO É MUITO IMPORTANTE. Deve-se evitar um lugar barulhento, com ruídos e o entra e sai de pessoas.
    · Para estabelecer um bom vínculo, olhe nos olhos e ouça o que o portador tem a dizer.
    · Repita várias vezes as regras de forma clara e objetiva, sem um tom de cobrança. Peça-o para repetir o que entendeu sobre o que acabou de ouvir.
    · O uso de marcadores de texto, gráficos, figuras, jogos têm um papel importante no processo de aprendizagem do portador de TDAH.
    · Estimule a participação do portador em tarefas variadas, pedindo que faça pequenos favores como dar um recado ou buscar um objeto em outro lugar.
    · Freqüentemente elogie os avanços no processo de aprendizagem, encorajando-o a continuar.
    · Quando perceber o portador se dispersando, aproxime-se dele, toque-o nos ombros, olhe-o nos olhos, altere o seu tom de voz e mude seus gestos.
    · Na sala de aula o portador deve sentar-se próximo à professora, para que esta possa destinar-lhe a atenção necessária sem causar-lhe constrangimento.
    Qualquer que seja a abordagem pedagógica adotada pela escola no processo ensino-aprendizagem deverá sempre ser usada uma metodologia que considere o aluno como um ser único, com características próprias, habilidades e dificuldades ímpares e que possa construir a sua aprendizagem sendo atendido em suas necessidades individuais.








    HIPERATIVIDADE e DÉFICIT DE ATENÇÃO (TDAH)

    O QUE É A HIPERATIVIDADE?

    A hiperatividade, denominada na medicina de desordem do déficit de atenção, pode afetar crianças, adolescentes e até mesmo alguns adultos. Os sintomas variam de brandos a graves e podem incluir problemas de linguagem, memória e habilidades motoras.
    Embora a criança hiperativa tenha muitas vezes uma inteligência normal ou acima da média, o estado é caracterizado por problemas de aprendizado e comportamento. Os professores e pais da criança hiperativa devem saber lidar com a falta de atenção, impulsividade, instabilidade emocional e hiperativa incontrolável da criança.
    A criança hiperativa pode ter muitos problemas. Apesar da "dificuldade de aprendizado", essa criança é geralmente muito inteligente. Sabe que determinados comportamentos não são aceitáveis. Mas, apesar do desejo de agradar e de ser educada e contida, a criança hiperativa não consegue se controlar. Pode ser frustrada, desanimada e envergonhada. Ela sabe que é inteligente, mas não consegue desacelerar o sistema nervoso, a ponto de utilizar o potencial mental necessário para concluir uma tarefa.
    Toda criança hiperativa traz consigo o Déficit de Atenção, mas nem toda criança com Déficit de Atenção é necessariamente hiperativa.
    Algumas características:
    · Freqüentemente não presta atenção a detalhes ou comete erros por omissão em atividades escolares, de trabalho ou outras;
    · Com freqüência tem dificuldades para manter a atenção em tarefas ou atividades lúdicas;
    · Com freqüência parece não ouvir quando lhe dirigem a atenção;
    · E facilmente distraído por estímulos externos alheios às tarefas;
    · Freqüentemente agita as mãos ou os pés ou se remexe na carteira;
    · Freqüentemente abandona sua carteira na sala de aula ou em outras situações nas quais se espera que permaneça sentado;
    · Fala em demasia;
    · Está freqüentemente a ‘mil’ ou muitas vezes age como se estivesse a ‘todo vapor’.

    O diagnóstico da Hiperatividade é médico. Feito o diagnóstico a criança deve ser encaminhada a um psicopedagogo e conforme o caso também a um psicólogo.




    DISLEXIA
    Dislexia é uma específica dificuldade de aprendizado da Linguagem: em Leitura, Soletração, Escrita, em Linguagem Expressiva ou Receptiva, em Razão e Cálculo Matemáticos, como na Linguagem Corporal e Social.
    Não tem como causa falta de interesse, de motivação, de esforço ou de vontade, como nada tem a ver com acuidade visual ou auditiva como causa primária. Dificuldades no aprendizado da leitura, em diferentes graus, é característica evidenciada em cerca de 80% dos disléxicos.
    Dislexia, antes de qualquer definição, é um jeito de ser e de aprender; reflete a expressão individual de uma mente, muitas vezes arguta e até genial, mas que aprende de maneira diferente...
    Pessoas disléxicas – e que nunca se trataram – lêem com dificuldade, pois é difícil para elas assimilarem palavras. Disléxicos também geralmente soletram muito mal. Isto não quer dizer que crianças disléxicas são menos inteligentes; aliás, muitas delas apresentam um grau de inteligência normal ou até superior ao da maioria da população.
    A dislexia persiste apesar da boa escolaridade. É necessário que pais, professores e educadores estejam cientes de que um alto número de crianças sofre de dislexia. Caso contrário, eles confundirão dislexia com preguiça ou má disciplina. É normal que crianças disléxicas expressem sua frustração por meio de mal-comportamento dentro e fora da sala de aula. Portanto, pais e educadores devem saber identificar os sinais que indicam que uma criança é disléxica - e não preguiçosa, pouco inteligente ou mal-comportada.
    Algumas características:
    Dificuldades com a linguagem e escrita;
    Dificuldades em escrever;
    Dificuldades com a ortografia;
    Lentidão na aprendizagem da leitura;
    Haverá muitas vezes:
    disgrafia (letra feia);
    discalculia, dificuldade com a matemática, sobretudo na assimilação de símbolos e de decorar tabuada;
    Dificuldades com a memória de curto prazo e com a organização’;
    Dificuldades em seguir indicações de caminhos e em executar seqüências de tarefas complexas;
    Dificuldades para compreender textos escritos;
    Dificuldades em aprender uma segunda língua.

    Haverá às vezes:
    · Dificuldades com a linguagem falada;
    · Dificuldade com a percepção espacial;
    · Confusão entre direita e esquerda.


    SÍNDROME DO X FRÁGIL

    A síndrome do X Frágil é uma condição genética herdada, produzida pela presença de uma alteração molecular ou mesmo de uma quebra na cadeia do cromossomo x, no ponto denominado q27.3 ou q28. Condição esta associada a problemas de aprendizagem, bem como a diversos graus de deficiência mental.
    A doença é muito mais freqüente em meninos que em meninas, e é provável que a causa da deficiência mental produzida por essa doença seja devido à carência de uma proteína chamada FMR1.

    Os sinais da Síndrome do X Frágil são diferentes entre portadores homens e mulheres, assim como é diferente a freqüência dessa ocorrência entre os dois sexos. Nos homens temos as seguintes características:
    · Retardo no aparecimento da linguagem;
    · Problemas de atenção;
    Instabilidade de conduta;
    Sintomas de autismo, como por exemplo, respostas bizarras aos estímulos, resistência a mudanças, apegos a objetos inanimados;
    Personalidade retraída;
    Pobre contato visual, indiferença interpessoal e atos repetitivos retardo;
    Comer unhas, desde muito cedo;
    Hipotonia (flacidez muscular)
    Retardo intelectual
    Convulsões em 20% dos casos

    Alguns autores têm observado que é freqüente encontrar meninas com a Síndrome, mas clinicamente quase normais, sendo a causa de maior queixa nas consultas, as dificuldades de aprendizagem e também os problemas de conduta.
    As características mais freqüentes nas meninas são:

    Déficit no desenvolvimento da linguagem;
    Se existe linguagem, estão presentes alterações da fala;
    Sintomas semelhantes ao autismo

    Muitas crianças portadoras de Síndrome do X Frágil apresentam alterações da fala e da linguagem. A maioria das crianças não consegue elaborar frases curtas antes dos dois e meio anos de idade.As alterações comuns da fala são: fala muito rápida, ritmo desordenado, volume de voz alto, dificuldade na relação temporal.
    Possuem boa capacidade imitativa de sons, têm bom senso de humor e fazem uso freqüente de frases automáticas.
    O aprendizado dos portadores da Síndrome do X Frágil dá-se através da estimulação visual, sendo desejável que se utilize também à terapia psicomotora e da fala, bem como todos os recursos da pedagogia e psicopedagogia especializada.
    A maioria dos sintomas comportamentais, como por exemplo, a hiperatividade, ansiedade e comportamento obsessivo, respondem bem ao tratamento.

    quinta-feira, 16 de junho de 2011

    Reunião com professores e funcionarios.


     Hoje  as 19 horas, na escola  calazans  haverá reuniao com professores e funcionarios da rede estadual para discutirem sobre a greve.

    Compareçam!

    Brincadeiras para Festa Junina

    Fonte: educa ja.

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    MARCAÇÃO PARA FESTA JUNINA
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    terça-feira, 14 de junho de 2011



    Reforma da Escola Calazans
    A reforma da Escola Calazans continua a todo vapor. Esperamos em breve voltarmos  as aulas e contarmos com um ambiente mais agradável e atrativo para nossa equipe de trabalho e em especial nossos alunos.
    Graças ao projeto Ensino Médio Melhor, elaborado no ano de 2009, que contempla alem da reforma nas instalações, a  adequação principal que é um Laboratório de Matemática e um de Língua Portuguesa.
    Visite-nos! Acompanhe conosco esse trabalho e até breve....
                                                               Distribuição da rede elétrica

                                            Adaptação dos banheiros garantindo acessibilidade para todos


                                                              Salas de aulas forradas



                                                                Revestimento das paredes


    Investimento de recursos federais

    Parceria do governo do Estado

    segunda-feira, 13 de junho de 2011

    14 de junho - DIA MUNDIAL DO DOADOR DE SANGUE



    Doar sangue é vital

    Com a chegada das férias e do inverno, os estoques do Banco de Sangue ficam críticos. Por isso, precisamos muito da sua colaboração nas próximas semanas, principalmente dos doadores do sangue tipo O fator Rh negativo, que é raro e considerado doador universal.
    Doar sangue é vital.


    Se você pertence a esses grupos ou conhece alguém com essas características sanguíneas, por favor, faça a doação e ajude a salvar vidas. Mas atenção, além dos critérios habituais, quem tomou vacina para gripe precisará aguardar 30 dias para uma nova doação.

    Sua colaboração é fundamental!
    Doe sangue. A vida agradece.

    Várias pessoas dependem de transfusão de sangue para o seu tratamento. E contam somente com a solidariedade dos doadores.
    “A doação é um ato altruísta. Isso desperta o sentimento de solidariedade, mostra o que é ser cidadão”, afirma Araci Massami Sakashita, coordenadora médica do Banco de Sangue do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE).
    Uma parte das pessoas doa por essa razão. Outros, porém, tornam-se doadores devido à necessidade de um parente ou amigo. Segundo dra. Araci, a doação voluntária ainda é pequena. “Não é um hábito do brasileiro e por isso estamos sempre realizando campanhas de incentivo e de sensibilização”.
    Tire suas dúvidas sobre doação de sangue e faça sua parte.

    Doação é seguro
    * Não faz mal à saúde.
    * Não há risco de adquirir doenças infecciosas, pois todo o material utilizado é descartável.
    * Ao doar sangue a pessoa não emagrece.
    * O sangue do doador não engrossa nem afina.
    * Não vicia e não é necessário continuar doando.

    Doação de Sangue



    Quem pode doar
    Para doar sangue, é preciso estar em boas condições físicas, ter entre 18 e 65 anos, pesar mais de 50 kg e levar um documento oficial com foto (carteira de identidade, modelo novo da carteira de motorista).
    Antes de ir ao banco de sangue, certifique-se de que:
    * tenha dormido pelo menos 6 horas nas 12h que antecedem a doação.
    * não ingeriu bebidas alcoólicas nas 24h anteriores a doação.
    * tenha feito uma refeição leve e com intervalo mínimo de 2 horas do almoço (a doação não pode ser feita em jejum).

    Quem não pode
    * Gestante ou mulher que teve parto ou aborto há menos de 3 meses.
    * Mulheres que amamentam.
    * Quem fez última doação há menos de 60 dias (homens), menos de 90 dias (mulheres)
    * Aqueles que ficaram gripados ou febris nos últimos 15 dias.
    * Pessoas que tiveram malária ou passaram por regiões com surto da doença nos últimos 6 meses.
    * Pessoas com histórico ou situações de exposição a doenças infecciosas transmissíveis por transfusão (hepatite após os 10 anos de idade, hepatite B ou C, doença de Chagas, sífilis, Aids, HTLV I/II).
    * Quem teve relacionamento sexual com parceiros desconhecidos (mesmo com o uso de preservativos), nos últimos três meses.
    * Pessoas que fizeram tatuagem há menos de um ano.
    * Pacientes com diabetes (com uso de insulina), epilepsia, asma ou que passaram por grandes cirurgias nos últimos 6 meses.
    * Usuários de drogas narcóticas injetáveis ou de cocaína por via nasal.
    * Casos em que o doador usa medicamentos, faz tratamento dentário, acupuntura ou tem piercing são avaliados individualmente.

    Como é o procedimento
    * Cadastramento: dados do doador e apresentação de documento de identificação com fotografia.
    * Entrevista: triagem clínica realizada por um profissional capacitado que verifica o histórico médico, os hábitos e as condições de saúde do doador. As respostas do doador são confidenciais. A entrevista é feita individualmente e não é permitida a presença de acompanhantes.
    * Exame médico: são verificadas a pressão arterial, a pulsação e a temperatura. Além disso, é realizado teste de anemia.
    * Coleta: leva entre 10 e 15 minutos. É realizada em uma cadeira em posição semi-sentada. O volume coletado de sangue é de aproximadamente 450ml, e mais 30ml a 40ml para a realização dos exames laboratoriais. Isso representa menos de 13% do total de sangue do corpo de um adulto. Uma pessoa tem de 4 a 5 litros de sangue.
    * Recuperação: depois da coleta, o doador é encaminhado à outra sala para alimentar-se e ingerir líquido. O tempo de permanência total no banco de sangue é de cerca de 40 minutos.

    Cuidados após a coleta
    * Ingerir bastante líquido.
    * Não fumar por 2 horas após a doação.
    * Aguardar 30 minutos para dirigir.
    * Não realizar exercícios intensos (no dia da doação).
    * Não fazer força com o braço que foi puncionado.
    Eventualmente, alguns doadores podem apresentar queda de pressão, tontura, palidez, náusea e vômito, sudorese e dor no local da punção. Se o doador sentir algo anormal deve comunicar imediatamente o Banco de Sangue.

    Testes realizados
    Todas as vezes que a pessoa doa sangue são feitos os seguintes testes:
    * Tipagem sanguínea ABO e Rh
    * Pesquisa de anticorpos irregulares
    * Testes para hepatite B, hepatite C, Doença de Chagas, sífilis, HIV, HTLV I/II
    * Hemoglobinopatias
    Os resultados dos exames e a carteirinha de doador são enviados pelo correio e chegam em até 20 dias úteis após a doação. “Se houver alguma alteração no resultado, o doador será convocado para consulta médica e repetição dos exames ”, diz a coordenadora do Banco de Sangue.

    Onde doar

    Há vários bancos de sangue , procure a secretaria de saúde de sua cidade e seja um doador!

    Doar! o maior ato de amor que o ser humano pode ter.

    quarta-feira, 8 de junho de 2011

    FESTAS JUNINAS E SEUS SÍMBOLOS

    O mês de  junho é conhecido pelos festejos juninos. Nas escolas essa prática é adotada como parte do currículo , visto que se trata das tradições culturais do país.Mas de onde veio os costumes pertinentes a essa prática? onde se originou tudo isso? Segundo o historiador Flávio Trovão, a origem está nos rituais pagãos. Disse ele na revista Nova Escola, junho - 2000: " Quem pensa que festa junina recebe esse nome apenas porque acontece no mês de junho sabe apenas metade da história. A comemoração, como hoje a conhecemos, se originou nos países católicos da Europa no século IV e era conhecida como festa Joanina, em louvor a são João Batista.A celebração de caráter religioso,em que estão incluídos também São Pedro e Santo Antonio, é resquício da festa da colheita pagã. A fogueira, erguida para reverenciar a fertilidade  da terra, ganhou o poder de espantar as pragas agrícolas na simbologia católica. Os balões, que colorem os céus em noite de arraial, também tem cunho religioso.Eles eram soltos para enviar pedidos aos santos."
     Ainda na revista Nova Escola -maio2002 temos a simbologia assim descrita: 

    Fogueira- O fogo está carregado de significados. Ele purifica, aquece, protege, reúne pessoas.Na Europa medieval ,era aceso nas festas da colheita-que acontecia no mês de junho- para homenagear o espírito da floresta e garantir a fertilidade das mulheres, das árvores e dos animais. Hoje, continua sendo o principal objetivo dos festejos juninos, mas passou a ser associado aos santos católicos.

    Quadrilha-O ritual que apresenta o casamento na roça,  tem origem nas danças palacianas da França do século 18. Elas foram popularizadas com a revolução francesa, conquistaram a península Ibérica e chegaram aoBrasil trazidas pelos colonizadores. Aqui, assumiram diferentes características em cada região.

    Balões- A prática de soltar balões é universal e milenar. Originalmente, serviam para enviar pedidos e agradecimentos aos santos. Hoje, a tradição está condenada por causa dos riscos de provocar incêndios e atrapalhar o tráfego aéreo .( Não solte balões porque é crime).

    Quitutes-A comida sempre esteve relacionada a crendices e simpatias, tabus e, é claro, aos festajos populares. não há comemoração  sem comida. Ela une as pessoas. Entre os pratos juninos típicos estào os derivados do milho, como a canjica, a pipoca e o carau- o que se deve ao fato a festa coincidir com o início da colheita no Nordeste.

    Já no fascículo FESTAS POPULARES NO RN encontramos a seguinte explicação: " os jesuítas foram os responsáveis pela difusão das diversas festas religiosas comemoradas até hoje. No princípio eles serviam para atrair os índígenas e assim poderem emitir sua mensagem catequizadora. Já naquele tempo as festas juninas eram comemoradas com fogueiras, reza,  muita alegria e coincidiam com o período em que os índios realizavam seus rituais de fertilidade.
    Junho é um tempo de colheita:mandioca,  feijão , cará, milho, que é a base das comidas que acompanham os rituais juninos. As festas do ciclo junino nasceram do intuito do homem agradecer a boa colheita, para isso faziam festas a JUNO, esposa de JÚPITER, deus grego. Com a expansão do cristianismo pela Europa, a igreja resolveu festejar seus santos mais populares, Antonio, João e Pedro para se contrapor as festas pagãs.No início eram conhecidas como "joaninas''.
    Os santos católicos substituiram os deuses gregos, e os motivos de festa e penitência também se ampliaram, passando a ter uma relação com a cristandande. Na colonização do nosso país, as festas religiosas serviram de atração para os indígenas ".
    fonte: Nova Escola
              Festas Populares do RN, fascículo 6.